Resumo: 'Adoraria viver 130 anos. Gosto da idéia de ser 'imorrível'. Viver para sempre', afirma Vera Fischer.

Vera Fischer lança 'A Pequena Moisi', livro em que conta sua história de sua vida!
'Adoraria viver 130 anos. Gosto da idéia de ser 'imorrível'. Viver para sempre', afirma Vera Fischer.
Sua autobiografia 'Vera, A Pequena Moisi', ela comenta as melhores e piores fases de sua vida.
'Vou escrever sobre a época em que fui miss, sobre o tempo da pornochanchada, trabalho, fihos e sobre os dias atuais', adianta Vera Fischer. O novo livro vai começar de onde o 'Pequena Moisi' parou, aos 14 anos. Cada década, ano e fatos marcantes serão passados a limpo por Vera.
Para os períodos de turbulência, a atriz encontrou uma receita: 'Tem que ter o kit sobrevivência na selva. Você mesmo faz isso dentro de você, para agüentar. Uma coragem interior para suportar tudo'. Foi esse kit que a fez encarar sua vida nas manchetes, mantendo sempre o lado transgressor que cultiva desde criança. 'Sou forte, mas meu temperamento não é forte. Sou muito infantil. Tem um lado meu que não gosta de pessoas certinhas, gosto de pessoas que têm loucuras, que têm humor', instiga. E vai mais fundo quando filosofa sobre a vida. 'A gente anda sempre à beira do abismo, tem que ter um equilíbrio muito bom para não despencar. Todos vivem assim, é que ninguém sabe disso. Ninguém tem consciência de como é perigoso viver', garante Vera Fischer.
A fase atual de Vera Fischer é de plena produtividade. Ela escreve, pinta, estuda peças de teatro para encenar e tem um longo contrato com a Globo. 'Encontrei serenidade na minha vida, mais equilíbrio. Os outros anos foram turbulentos', analisa . Os filhos Gabriel e Rafaela estão sempre ao lado. Em 2005, depois de longa batalha, Vera conseguiu o direito de livre visitação ao filho, que teve a guarda permanente concedida ao ex-marido, Felipe Camargo. 'Meus filhos são duas obras-primas que fiz', baba Vera Fischer. E promete babar mais ainda quando vierem os netos. 'Nossa Senhora, não quero nem pensar. Já tenho um que é o Chiquinho, o gato da Rafaela', conta.
A velhice ela garante que não será problema. 'Estou sabendo envelhecer bem. Fiz 59 anos, já tenho uma idéia do que vem pela frente. Não tenho encucação com plástica, se tiver que fazer, vou fazer. Mas por enquanto convivo bem com minhas rugas. Faço ginástica, passo cremes. Não tenho medo de envelhecer', assegura.
Nos trechos do livro 'Vera, A Pequena Moisi', a atriz revela que sempre foi transgressora. Aos 2 anos já não aceitava ordens. Aos 13 anos se achava gordinha e feia. Brincava de médico, mas era quem mandava. Vera nunca foi comum e sempre gostou disso.
'O Drácula era meu herói preferido: sonhava com ele e queria ser como ele... Até hoje gosto da figura do Drácula. Acho trash a nojeira do sangue, mas gosto da idéia de ser 'imorrível'... Certas vezes eu ficava com tanta raiva que tremia e mordia a pia do banheiro... É bem verdade que nunca aceitei ordens, fazia o que me dava na telha. Mas com 2 anos era difícil. Eu era muito nervosa. Na hora de dormir, minha babá me dava uns comprimidos chamados Luminaletas, receitados pelo médico'.
Sobre as fofocas que contam em revistas e jornais, Vera Fischer fala: 'Tudo o que já inventaram a meu respeito é totalmente inferior à verdade. A minha verdade é engraçada, trágica, profunda e absolutamente sincera. Já sei que não sou bruxa, mas a minha força vem de Deus e ele me concede justiça, já que a justiça dos homens não existe'.
Vera Fischer é a verdadeira guerreira. Ela consegue vencer a si própria! Para mim ela não é linda como falam, nem uma boa atriz, mas adimiro muito ela pelo poder de recomeçar que ela tem! Acredito que ela será eterna como deseja!
Entrevista complena no site do Terra.

Postado por: Debora
20/03/2009 09:31
Tags: Vera Fischer › livro › autobiografia › miss › atriz › Globo
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